
Nome, rosto e endereço. Porque confiança começa quando você sabe quem está do outro lado.
A Neutraza nasceu pra resolver um problema concreto: o Brasil tem milhões de hectares protegidos por lei, e quase nenhum retorno pra quem de fato os protege.
Essa página não é sobre “quem somos”. É sobre quem está por trás do que fazemos.
Como começou
Em 2024, Henrique tentou fazer o óbvio: rentabilizar a própria Reserva Legal.
Esbarrou nas mesmas barreiras que travam qualquer proprietário rural que tenta entrar no mercado de créditos ambientais, a começar pelo investimento. Certificar uma área nesse modelo exige aporte antecipado, com retorno que pode levar anos.
Foi dessa frustração que nasceu a pergunta que virou a Neutraza:
Por que existe tanto investimento para reflorestar e recuperar áreas degradadas, mas tão pouco para remunerar quem já mantém uma floresta nativa?
De um lado, a sociedade corre atrás de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. Necessário, mas lento e caro.
Do outro, milhões de hectares de Reserva Legal já estão preservados, mas não geram nenhuma renda para o proprietário. Na prática, preservar ainda pesa no bolso — e esse é um dos motivos pelos quais a conservação não avança como poderia.
Gasta-se energia recuperando o que já se perdeu, enquanto a floresta que já existe continua sem proteção.
A Neutraza nasceu pra resolver essa queda de braço: pagamento direto e sem burocracia para quem já mantém floresta nativa, conectando a floresta a quem está ajudando a protegê-la.
Não existe nada igual ao que a Neutraza oferece, uma infraestrutura econômica entre quem preserva e quem quer financiar essa preservação.
Adicionalidade
Qual é o diferencial da Neutraza?
A Neutraza buscou criar um incentivo econômico que antes não existia.
Uma Reserva Legal até pode ter proteção jurídica, mas quem arca com esse custo? Terra imobilizada, manutenção, vigilância, entre outros.
O Guardião passa a ter incentivos financeiros para conservar, monitorar e demonstrar que aquela área continua protegida. O Titular, por sua vez, deixa de investir em uma promessa genérica e passa a apoiar uma área real, identificável, com localização e evidências verificáveis.
O que a Neutraza realmente faz:
criar um mecanismo para que conservar floresta nativa não seja só uma obrigação, mas algo sustentável para o Guardião e transparente para quem apoia.
E esse incentivo é acompanhado por compromissos contratuais, identificação da área, monitoramento e verificação. A conservação deixa de ser apenas um papel e passa a ser uma relação de parceria verificável entre quem conserva e quem adota a floresta.
A empresa
A Neutraza opera com personalidade jurídica própria no Brasil e nos Estados Unidos.
- Neutraza International Ltda.
- Brasil
- Neutraza International C Corp
- Delaware, Estados Unidos
O fundador
Uma pessoa que conhece de perto tanto a realidade de quem produz quanto a de quem preserva a natureza.

Henrique Cardoso
Nasceu no agro e vive do agro até hoje. Cresceu dentro da realidade da propriedade rural brasileira, e é isso que define como a Neutraza trata o Guardião: como parceiro, não como fornecedor de uma commodity ambiental.
Hoje, é quem está à frente da operação e vai junto com você do início ao fim.
Não é a primeira vez que ele traz tecnologia de fora pra escalar no Brasil. Em 2005, trouxe a Next IT, empresa americana pioneira em inteligência artificial aplicada a atendimento, depois adquirida pela Verint.
À frente da Neutraza, ele combina satélites, CAR e verificação automatizada para tornar viável, em escala, algo que hoje exige muito trabalho manual.
O que guia as decisões da Neutraza
Evidências
Toda afirmação ambiental que fazemos precisa ser verificável de forma independente: satélite, CAR e auditoria de campo.
Pagamento direto
O valor pago pelo comprador chega ao Guardião sem uma cadeia de intermediários diluindo o incentivo.
Adicionalidade
Não criamos a floresta. Criamos a razão econômica pra ela continuar preservada, com segurança, monitoramento e auditoria.
Validação jurídica
Tudo dentro da lei e das normas vigentes, tendo como base a Lei 14.119/2021, a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais.
A tese é simples
- Quem conserva precisa ter recursos para manter.
- Quem investe precisa ter a segurança de um investimento como qualquer outro.
- O resultado precisa ser monitorado e auditável.